Vou-vos contar uma história.
"Sobrevivi a uma vida inteira. A humanidade despreza-me. Sinto que o espaço à minha volta vai cair. Guerras entre mundos. O dia odeia-me, a noite olha-me de lado. Em todas as esquinas olho para trás. O mundo está tão errado. Todo o mundo enganado. Nada terminado. Por acabar.
Escrevo este suspiro em papel de sonho, para que a voz mais alta o faça ouvir. Para que a voz mais forte o faça entrar em corações fechados. Para que a voz mais sensível o fortaleça. Sim, porque o que fortalece não é a força, é a fraqueza. É a dor de outros rios. De sangue e desespero. Para que a voz mais rouca o faça doer. Para que cada voz, diferente da outra, seja ouvida de uma maneira igualmente diferente."
Desculpem, eu ia mandar calar o amor, mas a minha voz não chega para isso.
"Testamento do amor"
J.Poças
quinta-feira, 31 de julho de 2008
quarta-feira, 30 de julho de 2008
Quando não pagamos pelos nossos erros na altura em que erramos, pagamos por eles mais tarde.
Mas pagamos sempre.
Nada tem fim. Nada tem um fim até acabar.
Conhecemos sempre o horizonte, mas nunca o caminho até ele.
Esse sim é eterno. É eterno como o sonho que foge e corre como o vento. Que salta como uma gazela lutando pela vida. Rasteja como cobra envenenada.
É eterno como eu, que fujo dos problemas e corro como um covarde. Que salto como um sapo. Que rastejo como homem.
Como um homem frio, realista, sem escrúpulos e sobretudo um homem sem sangue. Um homem que não sofre.
Já morreu.
J.Poças
Mas pagamos sempre.
Nada tem fim. Nada tem um fim até acabar.
Conhecemos sempre o horizonte, mas nunca o caminho até ele.
Esse sim é eterno. É eterno como o sonho que foge e corre como o vento. Que salta como uma gazela lutando pela vida. Rasteja como cobra envenenada.
É eterno como eu, que fujo dos problemas e corro como um covarde. Que salto como um sapo. Que rastejo como homem.
Como um homem frio, realista, sem escrúpulos e sobretudo um homem sem sangue. Um homem que não sofre.
Já morreu.
J.Poças
segunda-feira, 21 de julho de 2008
Dizem que a vida é justa?
Porque é que eu tenho sempre que sair a perder?
Porque é que tenho vindo a perder pessoas anualmente.
Desde à uns tempos. Parece que a vida se foi embora. Estou sozinho. Tudo à volta é negro.
Foram vocês que me tiraram quem eu amo!
Foram vocês que me apunhalaram.
É por vocês que agora me dói o coração.
É para vocês que vou morrer.
J. Poças
Porque é que eu tenho sempre que sair a perder?
Porque é que tenho vindo a perder pessoas anualmente.
Desde à uns tempos. Parece que a vida se foi embora. Estou sozinho. Tudo à volta é negro.
Foram vocês que me tiraram quem eu amo!
Foram vocês que me apunhalaram.
É por vocês que agora me dói o coração.
É para vocês que vou morrer.
J. Poças
Já te perdi.
O nevoeiro.
Esconde o caminho. O caminho de espinhos, de pedra... o caminho da dor.
Esconde o inevitável.
Por vezes, sentimos que a névoa tomou de assalto o nosso coração.
Sentimos que por mais Sol que apareça, não vai conseguir tirar essa névoa do coração.
Sim, é verdade. É verdade que agora estou a chorar. É verdade que estou sem forças. É verdade e admito.
Errei tantas vezes. Acuso inocentes. Julgo os errados. Mas sei, sei que defendo os indefesos.
E mesmo que não solte lágrimas, o meu coração está inundado... e ainda coberto pelo nevoeiro.
Sinto que me estou a afastar do destino. Estou a ir pelo desespero. E se tinha destino, agora volto ao sonho. Volto à minha fantasia.
Sei que me exprimo como quero, mas de uma maneira errada. E se o meu caminho for sempre a pisar a risca? Eu sou assim.
J. Poças
O nevoeiro.
Esconde o caminho. O caminho de espinhos, de pedra... o caminho da dor.
Esconde o inevitável.
Por vezes, sentimos que a névoa tomou de assalto o nosso coração.
Sentimos que por mais Sol que apareça, não vai conseguir tirar essa névoa do coração.
Sim, é verdade. É verdade que agora estou a chorar. É verdade que estou sem forças. É verdade e admito.
Errei tantas vezes. Acuso inocentes. Julgo os errados. Mas sei, sei que defendo os indefesos.
E mesmo que não solte lágrimas, o meu coração está inundado... e ainda coberto pelo nevoeiro.
Sinto que me estou a afastar do destino. Estou a ir pelo desespero. E se tinha destino, agora volto ao sonho. Volto à minha fantasia.
Sei que me exprimo como quero, mas de uma maneira errada. E se o meu caminho for sempre a pisar a risca? Eu sou assim.
J. Poças
sábado, 19 de julho de 2008
Se um dia me disserem que vale a pena amar, direi "talvez".
Se me perguntarem se vale a pena arriscar, direi "como quiseres".
Se um dia me encostarem à parede e me disserem que não presto, direi "novidades?".
Mas se um dia me perguntarem se daria a vida por algum dos meus amigos, não hesitaria.
O meu "óbvio" seria tão claro que o próprio céu seria tal e qual escuro como a vida.
E se me pedissem para definir amor?
"Põe a mão no meu coração. Sentes? Assim é como eu fico quando a vejo."
Se uma imagem vale mais que mil palavras porque é que os jornais valem mais que álbuns de fotografias?
Não se fiem nessa frase.
As palavras valem mais que qualquer outra coisa no mundo. Valem muito mais que milhões de vidas.
E a minha vida depende de duas palavras.
Sê feliz.
J. Poças
Se me perguntarem se vale a pena arriscar, direi "como quiseres".
Se um dia me encostarem à parede e me disserem que não presto, direi "novidades?".
Mas se um dia me perguntarem se daria a vida por algum dos meus amigos, não hesitaria.
O meu "óbvio" seria tão claro que o próprio céu seria tal e qual escuro como a vida.
E se me pedissem para definir amor?
"Põe a mão no meu coração. Sentes? Assim é como eu fico quando a vejo."
Se uma imagem vale mais que mil palavras porque é que os jornais valem mais que álbuns de fotografias?
Não se fiem nessa frase.
As palavras valem mais que qualquer outra coisa no mundo. Valem muito mais que milhões de vidas.
E a minha vida depende de duas palavras.
Sê feliz.
J. Poças
terça-feira, 8 de julho de 2008
Quando falei mandaste-me calar.
Quando respirei mandaste-me sufocar.
Quando pensei mandaste-me concentrar.
Quando Te Amei, duvidaste.
Ok, tudo bem.
Sofro toda a hora por um nome.
Tu sofres agora por muitos. Pensa no sofrimento dos outros e verás que não estás sozinha. Verás que há quem te apoie. Verás que só te sentes sozinha para sentires o que muitos sentem sempre.
Se tudo tem uma razão de ser, porque ficamos assim? Por saber que não é nada? Por saber que mesmo que seja... passa?
Quando o dia acabar e a lua se levantar, irei olhar para me lembrar... para me lembrar que ainda te estou a amar.
J. Poças
Quando respirei mandaste-me sufocar.
Quando pensei mandaste-me concentrar.
Quando Te Amei, duvidaste.
Ok, tudo bem.
Sofro toda a hora por um nome.
Tu sofres agora por muitos. Pensa no sofrimento dos outros e verás que não estás sozinha. Verás que há quem te apoie. Verás que só te sentes sozinha para sentires o que muitos sentem sempre.
Se tudo tem uma razão de ser, porque ficamos assim? Por saber que não é nada? Por saber que mesmo que seja... passa?
Quando o dia acabar e a lua se levantar, irei olhar para me lembrar... para me lembrar que ainda te estou a amar.
J. Poças
O raio de luz penetrou pela minha janela. Iluminou a minha mão. A mão com que escrevo. Fixou nela durante uns minutos. De seguida, o mesmo raio moveu-se até á outra mão. Mantivera-se lá durante mais tempo, pelo menos até uma segunda luz ter aparecido e apontar de novo para a mão direita.
De súbito, o já tão esperado terceiro foco de luz apareceu e, direccionado para o meu coração, soltou de mim este texto.
As minhas duas mãos, com que tento realizar tudo o que preciso.
E o meu coração, com o qual sinto todos os punhais que me atiram, e com o qual me esquivo deles.
Duas mãos, sinal de poder.
Coração... sinal de viver,... e mais lá para o fim ... morrer.
J. Poças
Tu, tu não devias ser assim. Não devias ser um rapaz de míseros 12, 13, ou 14 anos e, já sentires o que sentes .Tinhas de esperar para o sentires...Como não esperas-te, sentiste mais cedo a dor, a alegria, a tristeza, o abandono, o destruir e a corrosão que por vezes nos provocam cá dentro- Cá dentro como alma, não cá centro como apenas corpo... Vais ser um rapaz de grandes feitos. Já o és. Sabes falar. Isso na nossa sociedade é raro. O teu "saber escrever" não é apenas um "saber escrever" de textos bonitos mas de palavras com sentimentos. Uma por uma e as emoções despertam...Uma por uma fazem-me chorar. És extremamente bom no que toca a conseguires atenção, és apelativo, não só os teus textos como a tua voz. Ambos nos conseguem fazer chorar...Se nos lembrarmos deles sim, fazem mesmo chorar. Onde, onde está o teu lado de criança? Onde está o teu desinteresse normal de pessoa da tua idade ? Vês, tu realmente és grande. Onde te queria levar era ao sonho. Porque um sonho faz de nós crianças e também adultos em simultâneo. Gostava de poder puxar-te por uma mão, meter o mundo numa caixa e, fugir contigo para longe, tentar mostrar-te que, o mundo tem um ladinho cor-de-rosa. Gostava de te fazer sorrir, daqueles sorrisos verdadeiros, os sorrisos de felicidade. Queria um dia poder ajudar-te a realizar um dos teus sonhos, nem que para isso fossem precisos dias e dias de trabalho. Gostava de olhar-te uma última vez nos olhos e dizer-te o que não consigo escreves, mostrar-te o que não te consigo fazer ver, dar-te o que não te consigo dar...Nesse dia, garanto-te, ia pensar como se fosse o último da minha vida e ia cometer erros. Sei disso porque, contigo não penso antes de fazer as acções. Sou a criança que há dentro de mim, e sei que, tu estavas lá a vigiar-me como o maninho mais velho e como aquele ídolo de infancia. *.* Fófó, sê feliz. Pelo amor de Deus, é tudo o que te peço. No que puder ajudar diz-me. Por favor.
Obrigada por aquele dia.
Obrigada por aqueles sorrisos que me fizeste ter.
Obrigada por aqueles nossos momentos.
Foste um anjinho que veio para me orientar. Foste um anjinho que veio para me fazer feliz...pelo menos no tempo em que estive contigo na minha presença. Foste um anjinho que fazia os meus olhos brilharem quando olhavam para ti.
Os teus textos põem-me tão pensativa. As tuas palavras despertam atenção em mim. Os teus olhos hipnotoizam-me. O teu toque amacia-me. Tu, consegues fazer-me feliz. Por isso, minha obrigação é também fazer-te sentir o mesmo.
Su'h -Sofia Vieira- Fífí -Súissinho
Sê feliz...
domingo, 6 de julho de 2008
não me digam o que já sei de cor.
aquilo que já ouvi tantas vezes.
cansado de ouvir os outros.
cansado de ter que ouvir o que os outros não ouvem.
cansado de ter que pensar nos outros.
cansado de ser o coração.
de
toda
a
gente
.
só tenho uma palavra no coração.
só tenho uma coisa para vos dizer.
se um dia alguém encontrar o meu coração, que o enterrem. ele tem vida própria.
a palavra e um nome?
é isso?
é?
quem diz?
quem já sentiu o coração na mão.
quem teve a sensação que naquele momento podia ter caido ao chão.
e sobretudo... para quem caiu.
queres mesmo a palavra e o nome não é?
Amo-Te Maria João.
J. Poças
quinta-feira, 3 de julho de 2008
Respirei fundo daquela vez. Talvez para aliviar a tensão. Talvez para sentir que ainda estava vivo.
Ou talvez por simplesmente respirar fundo.
Deixei cair o copo. Foi como se os meus dedos nao aguentassem.
Partiu-se em mil pedacinhos diferentes.
Talvez não o tivesse deixado cair. Talvez o tivesse partido. Mesmo sem fazer força.
Talvez precise de desaparecer. Só por um minuto.
Talvez para o resto da vida.
J.Poças
terça-feira, 1 de julho de 2008
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