De súbito, o já tão esperado terceiro foco de luz apareceu e, direccionado para o meu coração, soltou de mim este texto.
As minhas duas mãos, com que tento realizar tudo o que preciso.
E o meu coração, com o qual sinto todos os punhais que me atiram, e com o qual me esquivo deles.
Duas mãos, sinal de poder.
Coração... sinal de viver,... e mais lá para o fim ... morrer.
J. Poças

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